Ontem por volta das 19hs aconteceu um fato lamentável, o agricultor por nome Expedito Quinto Leandro de 79 anos foi assassinado em sua residência na Zona Rural da cidade, A Polícia Militar de São Tomé está a procura dos assassinos e pede que a população se mobilize e denuncie, é uma questão de honra para polícia militar prender esses meliantes.
Denuncie ligando para os telefones: 9433-1289 ou 3258-2216
quarta-feira, 20 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
MOTO DE POLICIAL MILITAR NATURAL DE BARCELONA É RECUPERADA
Polícia Civil da 7ª DRPC comandada pela Delegada do Núcleo de Repressão a crimes contra mulher, Dra Dianni Regina cumpriram nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira,14/06, mandado de busca e apreensão na casa de um adolescente, na zona rural de Picuí, acusado de ter disparado com uma arma de fogo contra sua companheira há alguns meses atrás, no intuito de encontrar a tal arma, mas não obtiveram exito nesta busca.
No interior da residência do adolescente na qual o mesmo mora sozinho com sua companheira também menor de 18 anos foi encontrado uma moto CG Honda Preta com placa clonada, de chassi original: 9C2KC1550AR019449, ANO/MODELO: 2009, de Natal/RN, em nome do policial Militar FRANCISCO DE ASSIS SOBRINHO, natural de BARCELONA - RN, quem tiver informações sobre a localização deste policial informar ao mesmo para entrar em contato com a Delegacia Regional de Picuí de posse dos documentos do veículo e cópia do boletim de Ocorrência para retirada do veículo desta delegacia.
83-3371-2324
Fonte: blogpoliciamilitardesantacruz.blogspot.com
quarta-feira, 13 de junho de 2012
RELATÓRIO DE OCORRÊNCIAS DO MÊS DE MAIO/2012
Durante o mês de Maio a Polícia Militar de São Tomé registrou as seguintes Ocorrências:
ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL
POLÍCIA MILITAR
4ª COMPANHIA INDEPENDENTE DE POLÍCIA MILITAR
5º PELOTÃO DE POLÍCIA MILITAR DE SÃO TOMÉ/RN
RELATÓRIO DE OCORRÊNCIA(S)
MAIO/2012
Edson Apolônio da Costa Neto – 1º Tem QOPM
Cmt do 5º Pel
Como mostra o quando acima, o número de ocorrências na cidade de São Tomé tem diminuído significativamente, o que mostra que cada dia a Polícia Militar tem unido esforços para melhorar a qualidade de vida de todos os cidadãos residentes nessa pacífica cidade.
HISTÓRIA DA INTELIGÊNCIA - PARTE - I
O ESTADO JUDEU
Uma incursão aos tempos Antigos nos leva ao patriarca Abraão que, partindo da cidade deUr, na Caldeia , chega à Terra Prometida. É o primeiro momento dos judeus em Canaã.
JOSÉ E SEUS IRMÃOS
A menção mais antiga de “espionagem” no Velho Testamento aparece na História de José (Gênesis 42:6-17). Depois de vendido como escravo pelos irmãos a mercadores ismaelitas, José, filho de Jacó, ascendeu a uma posição de destaque no Governo egípcio – uma espécie de ministro, responsável pelo abastecimento do país em época de escassez de comida.
A fome atingiu também a Palestina e o velho Jacó enviou seus outros filhos ao Egito na busca víveres. Eles chegaram ao país do Nilo e foram imediatamente levados à presença do ministro. José os reconheceu, mas fingiu o contrário com grande esforço. Eles não desconfiaram estar diante do irmão. Queriam comprar víveres. José disse não acreditar e os acusou de terem vindo ao Egito para a “prática da espionagem“. “Vocês são espiões e vieram para conhecer os pontos fracos do país”. Evidentemente, o ministro precisava conhecer bem esta atividade para fazer tal acusação. Os irmãos, apavorados, negam, pois sabiam que a espionagem era punida severamente. Entretanto, ele abraça os irmãos e manda buscar o velho pai.
Jacó traz o povo ao Egito sob a proteção José, então um dos mais influentes ministros da Corte. Todos são bem tratados e vivem livres em uma faixa de terra doada pelo Faraó. O tempo passa, proteção acaba e o povo é escravizado.
Tempos depois, vendo o sofrimento dos Filhos de Abraão, Deus envia Moisés para libertá-los e conduzi-los de volta à Terra Prometida.
Texto extraído do Livro Sistema de Inteligência de Israel do Professor Raimundo Teixeira de Araújo, que foi meu Professor na ESG/RJ.
FONTE: CMTGERALPMRN.COM
HISTÓRIA DA INTELIGÊNCIA - PARTE - II
OPERAÇÃO MOISÉS
As origens remotas de um serviço de espionagem estão no Antigo Testamento. O texto confere a essa organização uma inesperada nobreza de origem. Com efeito, noCapítulo XIII, do Livro Números, do Pentateuco, encontramos nada menos do que uma ordem de DEUS a Moisés. Depois de libertar os hebreus do Cativeiro egípcio, Moisés os conduz à Terra Prometida sob o manto protetor de Javé. Transpõe o Mar Vermelho que se abre para dar passagem a todos, e penetra profundamente no Deserto do Sinai, quando então é perturbado pela “necessidade de conhecer”. O que nos espera em Canaã?- pergunta a si mesmo. Estava completamente dominado pela dúvida, quando ouviu a voz do Senhor:
“ENVIA HOMENS QUE ESPIEM A TERRA DE CANAÃ, QUE HEI DE DAR AOS FILHOS DE ISRAEL. E DE CADA TRIBO ENVIA UM HOMEM, E QUE SEJA ESTE UM PRÍNCIPE ENTRE ELES”.
Javé sabia que não adiantava mandar qualquer um; precisava ser o melhor: aquele com capacidade para ir, ver e ouvir; depois voltar e relatar tudo o que viu e ouviu com precisão e sem distorções.
Os israelitas estavam divididos em 12 tribos ou grupos de famílias; cada tribo com seus próprios líderes e hierarquia. A sociedade era predominantemente patriarcal, e o líder de cada tribo agia como um ditador benevolente, posicionando-se no topo do grupo. Tinha também responsabilidade administrativa, comando militar, orientação social; cuidava de assuntos econômicos e exercia liderança religiosa. Moisés era o líder global e porta-voz de todas as tribos, mas com poder limitado, pois precisava ser referendado pelo consenso dos chefes e das pessoas das tribos. Assim, sua autoridade não era absoluta e a sociedade tribal poderia rejeitá-la.
Sem perder tempo, Moisés adotou providências, reunindo os principais de cada tribo e passando-lhes a primeira “Ordem de Busca” da História:
“SUBI A MONTANHA E VEDE QUE TERRA É E 0 POVO QUE NELA HABITA. SE É FORTE OU FRACO, SE É MUITO OU POUCO. E QUAIS SÃO AS CIDADES EM QUEHABITA, SE EM ARRAIAIS OU EM FORTALEZAS. E QUAL É A TERRA, SE É GROSSA OU MAGRA”.
Moisés queria saber se de Canaã fluía leite e mel. Os espiões deveriam regressar trazendo amostras dos frutos da terra.
Eles partiram e passaram 40 dias e 40 noites em Canaã, buscando, como foram instruídos, dados sobre as cidades e suas populações.
De volta, relataram o que viram e ouviram a Moisés e ao povo reunido. Cada um produziu o seu próprio relatório, com dados sobre as cidades e suas populações, e o fato de que na zona rural fluía realmente leite e mel.
Dez dos espiões, porém, contaram que as pessoas eram fisicamente tão grandes e bem organizadas socialmente que, se uma invasão fosse tentada, os israelitas seriam vencidos e destruídos. Também defenderam o apedrejamento de Caleb e Josué, dois espiões favoráveis à invasão.
O povo ficou em pânico com medo dos gigantes de Canaã, iniciando um movimento contra Moisés, então preocupado com essa desconfiança na sua capacidade de liderança e, principalmente, pela perda da fé em Deus, depois estarem livres do Cativeiro Egípcio e de testemunharem a força de Deus na travessia do Mar Vermelho.
Diante da ira de Deus, Moisés ficou do lado do povo e intercedeu por ele. Mas Javé, depois de ouvi-lo, decidiu castigá-los, condenando-os a permaneceram no deserto,um ano para cada dia de espionagem; portanto, 40 anos – pelos 40 dias. Além disso, todas as pessoas acima de 20 anos não entrariam em Canaã. As únicas exceções seriam os espiões Josué e Caleb, que mantiveram sua fé no poder deJavé. O próprio Moisés foi avisado que não entraria na Terra Prometida.
Assim, a primeira operação de espionagem narrada na Bíblia Sagrada, com tudo para dar certo, tropeçou em seus próprios erros e foi engolida pelas areias do deserto, transformando-se em fracasso total, com desastrosas conseqüências para as populações das tribos.
Texto extraído do Livro Sistema de Inteligência de Israel do Professor Raimundo Teixeira de Araújo, que foi meu Professor na ESG/RJ.
HISTÓRIA DA INTELIGÊNCIA – PARTE III
OPERAÇÃO JOSUÉ
Quarenta anos depois dos acontecimentos da Operação Moisés, os israelitas se preparavam para entrar novamente na Terra Prometida; agora, sob a liderança deJosué, um dos dois sobreviventes da primeira ação de espionagem registrada nas páginas do Livro Santo.
Os hebreus atravessam o Jordão, cuja corrente d’água pára para lhes dar passagem, e se aproximam de Jericó, uma verdadeira cidade-fortaleza cercada por grossas muralhas.
A necessidade de conhecer leva Josué a desencadear nova operação de espionagem, para a obtenção dados sobre a localidade e o povo. Seleciona dois jovens agentes, cujos nomes não estão registrados na Bíblia, pois atuavam no mais completo anonimato.
Conhecida como a segunda profissão mais antiga, a espionagem surgiu de mãos dadas com a primeira: a prostituição. Os dois agentes entram em Jericó e se misturam à população. De imediato, assinalam a meretriz Raab e decidem recrutá-la, iniciando com sucesso as fases de aproximação e abordagem. Raab passa então a colaborar, dando-lhes informações valiosas.
Um informante denuncia a presença dos espiões às autoridades de Jericó. Um emissário do Rei vai à casa de Raab e é recebido pela meretriz.
“Faze sair estes homens que foram ter contigo e entraram em tua casa, porque são espiões e vieram conhecer todo o país”.
O texto nos leva a uma pergunta: como o rei ficou sabendo da presença dos enviados de Josué? Simples: ele possuía um serviço de contra-espionagem eficiente e uma bem montada rede de informantes.
Raab não os entregou; ao contrário, impediu a captura dos dois e os ajudou ma fuga, depois de fazer com eles um acordo. Disse-lhes que os habitantes de Jericó já esperavam pela invasão, e não tinham a mínima vontade de lutar. A saída do Egito, a passagem pelo Mar Vermelho, a destruição do Exército do Faraó e as façanhas realizadas durante os 40 anos passados no deserto, haviam chegado a Jericó e convencido seus habitantes da superioridade dos israelitas. A população permanecia amedrontada, apesar da cidade ser uma fortaleza com um exército bem armado e treinado.
Raab acreditava que a cidade sucumbiria ao ataque hebreu e fez um pacto com os espiões: ela os ajudaria sem revelar a ninguém suas identidades e o que lhes foi informado, desde que, durante o ataque, sua família fosse poupada. Os dois concordam e voltam para apresentar a Josué o relatório da missão.
Josué foi informado sigilosamente do recrutamento de Raab, do acordo feito e de suas informações sobre o temor do povo em relação aos hebreus. Com base nesses dados e em uma informação tática passada por um Anjo, Josué planeja a invasão e, depois relatar os detalhes do plano aos líderes das tribos, conquista a Jericópromovendo sua destruição e a execução de todos os seus habitantes. Raab e a família, segundo o pacto firmado com os espiões, foram poupadas e incorporadas ao povo. Conforme o combinado, ela deixou um laço de fita vermelha na porta da casa que, identificado pelos soldados, evitou sua destruição. Ainda hoje a luz vermelha brilha na porta de todos os prostíbulos.
Os contrastes são notáveis entre essas duas operações, principalmente nas técnicas e procedimentos administrativos usados pelos excelentes líderes bíblicos, e pelas pessoas envolvidas diretamente nas ações. Suas conseqüências são, portanto, significativamente diferentes:
1. A Operação Moisés realizada por amadores, dentro do domínio público, resultou no enfraquecimento de sua liderança, precipitando um longo período de severos castigos para toda a nação, conforme registra as Sagradas Escrituras;
2. A Operação Josué foi executada por profissionais, observando sigilo total e conduzindo o povo à realização de seu destino nacional;
3. Os dados passados a Moisés são conclusões produzidas pelos próprios espiões. O relatório negativo da maioria é reflexo de suas percepções de responsabilidade pela possível derrota, caso as ações militares fossem iniciadas, pois seriam comandadas por eles próprios. As pessoas concordaram com o relato negativo dos 10 espiões, não pelos dados neles contidos, mas pela interpretação dos mesmos por indivíduos de proeminência nas tribos – os próprios executantes da ação de espionagem.
4. Os espiões de Josué entraram em segredo na Terra Santa, embora depois descobertos pela contra-espionagem. Recrutaram uma prostituta que lhes passou informações importantes sobre a atitude das pessoas em relação aos hebreus [Informações Psicológicas]. Os espiões passaram-nas diretamente a Josué, somente a ele e de forma sigilosa. Nenhum julgamento moral foi feito em relação ao pacto fechado com Raab. Nem os dados passados por ela foram questionados como oriundas de fonte inidônea ou reprovável; sendo, portanto, considerados confiáveis.
A Bíblia Sagrada não registra qualquer comentário de Josué sobre o seu recrutamento. O acordo foi honrado e, depois da Batalha de Jericó, Raab e sua família uniram-se aos israelitas e viveram com eles. Nenhuma menção é feita sobre a sua permanência na mais velha profissão do mundo; contudo, as referências bíblicas a retratam como “meretriz”.
5. É provável que a Operação Moisés tenha sofrido complicações por causa da omissão de assuntos políticos na Ordem de Busca [OB]. A seleção dos 12 espiões, o principal de cada tribo, provavelmente foi influenciada por considerações de ordem política; mas, ao mesmo tempo, a OB de Moisés continha instruções específicas definindo os objetivos da missão, sem mencionar assuntos de ordem política. Em síntese, a Operação Moisés é o exemplo de uma ação de espionagem com tudo para acabar bem, mas que tropeçou em seus próprios erros e fracassou.
6. A Operação Josué, por sua vez, não teve problemas de omissão na instrução. Seus agentes sequer tiveram a preocupação de criar uma estória-cobertura, tecnicamente aceitável.
A Ordem de Busca foi clara, porém, mínima: “VÁ, VEJA A TERRA, ESPECIALMENTE JERICÓ”.
A estória-cobertura não pode ser aí determinada e, se pudesse, provavelmente seria do conhecimento apenas de Josué, controlador de todos os assuntos administrativos referentes à missão. Ao receber o relatório, ele o analisou, tirou suas conclusões, produziu um plano de ataque que, submetido à apreciação das 12 tribos, foi aprovado e realizado com sucesso.
Uma lição importante pode ser retirada da analogia entre esses dois fatos: uma operação de espionagem deve ser realizada sempre em segredo, por profissionais qualificados, sem quaisquer outras responsabilidades – civis ou militares.
Os espiões relatam sigilosamente o produto de seu trabalho a um usuário – a mais alta autoridade dentro do processo decisório. Este toma as decisões sem debate público
Sob a liderança dos Patriarcas, as 12 tribos hebraicas conseguem se fixar naPalestina, apesar dos inúmeros conflitos que, sem dúvida, ainda não acabaram.
Após a morte do Rei Salomão, ocorre o Cisma e a formação de dois reinos:
Reino de Israel – compreendendo as dez tribos do norte;
Reino de Judá – as duas do sul.
O primeiro foi destruído pelo rei assírio Sargão II. E o segundo conquistado porNabucodonozor II, que levou todos os seus habitantes para a Mesopotâmia, iniciando o “Cativeiro da Babilônia”.
Ciro II, o grande rei dos persas, invade a Babilônia, liberta os judeus e permite-lhes regressar à Terra Prometida.
Em 63 a.C., o general Gneu Pompeu conquista a Palestina, anexando-a ao território da então República Romana. No ano 70, o filho de Vespasiano, Tito, investe contra os judeus, expulsando-os da terra e provocando a primeira Diáspora. O imperador Adriano foi o responsável pela segunda. No dizer de alguns historiadores, como Flávio Josefo, “Canaã ficou um deserto”.
Texto extraído do Livro Sistema de Inteligência de Israel do Professor Raimundo Teixeira de Araújo, que foi meu Professor na ESG/RJ.OPERAÇÃO JOSUÉ
fonte: cmtgeralpmrn.com
domingo, 10 de junho de 2012
PORTE DE ARMA DE FOGO PARA MILITARES DA PMRN
O Comandante-Geral da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte, Coronel PM Francisco Canindé de Araújo Silva, regulou por meio de Norma específica o porte de armas de fogo para militares da PMRN. A Portaria nº 018/2012, de 05 de março de 2012 foi publicada no Boletim Geral nº 045/2012 e dispõe sobre as Normas para o Registro e o Porte de Arma de Fogo na Polícia Militar.
O militar que esteja no gozo de sua folga poderá portar a arma de fogo em locais onde haja aglomeração de pessoas em virtude de eventos de qualquer natureza, desde que não conduza ostensivamente a arma de fogo; não faça uso de bebidas alcoólicas e cientificando o Comandante do Policiamento Local, fornecendo o nome, posto ou graduação, OPM e identificação da arma para o controle, conforme a seguir:
“Artigo 30. O militar da ativa que esteja de folga, ou o inativo, poderá portar arma de fogo em locais onde haja aglomeração de pessoas em virtude de evento de qualquer natureza, obedecidas as seguintes condições:
I – não conduzir a arma ostensivamente;
II – não fazer uso de bebida alcoólica;
III – cientificar o comandante do policiamento no local, se houver, fornecendo nome, posto ou graduação, OPM e a identificação da arma.
Artigo 31 ……………….
Artigo 32. A critério do Comandante Geral, o porte de arma de fogo poderá ser suspenso,quando o militar for submetido a processo administrativo disciplinar para fins de demissão, exclusão ou licenciamento, ou em caso de restrição médica/psicológica, pelo tempo em que perdurar”.
A competência do Comandante-Geral da Polícia Militar, para regular por meio de norma específica o porte de armas de fogo dos militares da PMRN está disposta no § 1º. do artigo 33 do Decreto Federal nº. 5.123, de 1º. de julho de 2004, que regulamentou à Lei Federal nº. 10.826, de 22 de dezembro de 2003.
Fonte: cmtgeralpmrn.com
Fonte: cmtgeralpmrn.com
MEDALHA ALFERES TIRADENTES
A Polícia Militar do Estado de Minas Gerais distingue o Comandante-Geral da Polícia Militar do nosso estado com a mais alta comenda daquela Corporação.
A solenidade militar foi realizada às 09 horas do dia 9 de junho de 2012, no pátio daAcademia de Polícia Militar – APM, à Rua Diábase, 320, Bairro Prado – Belo Horizonte, na presença do Governador do Estado, Antônio Anastasia, do Comandante-Geral da PM, Coronel PM Márcio Martins Sant’Ana. O Coronel PM Francisco Canindé de Araújo Silva – Comandante-Geral da PMRN recebeu a Medalha Alferes Tiradentes, a maior comenda da Polícia Militar de Minas Gerais.
O Patrono da Polícia Militar de Minas Gerais é Joaquim José da Silva Xavier – Alferes Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira, e que serviu no Regimento Regular de Cavalaria de Minas. Todos os anos, no aniversário de sua fundação, a Polícia Militar de Minas Gerais concede a Medalha Alferes Tiradentes à personalidades, autoridades civis e militares e instituições que, de alguma forma, prestaram relevantes serviços à Corporação, com honradez e altivez, relembrando os valores do Alferes Tiradentes, sendo que foi a primeira vez que um Comandante-Geral de nossa Corporação foi agraciado com tal distinção, enaltecendo os valores dos integrantes da PMRN.
Fiquei muito honrado e distiguido por essa Comenda, mas divido as honras de recebê-la com todos os milicianos potiguares, que arriscam a vida diuturnamente em operações policiais, ela representa o prestígio da PMRN e a distinção do trabalho que vem sendo realizado pela governadora Rosalba Ciarlini no apoio a nossa Instituição, sendo reconhecido nacionalmente. É uma honra para todos os homens e mulheres integrantes da PMRN.
Fonte: cmtgeralpmrn.com
sábado, 9 de junho de 2012
ATAQUES A TERMINAIS ELETRÔNICOS NO RIO GRANDE DO NORTE
Mais de 10 terminais eletrônicos já foram atacados em 2012 no Rio Grande do Norte
Os ataques de quadrilhas especializadas contra terminais eletrônicos de agências bancárias voltaram a se intensificar no Rio Grande do Norte. Essa é a visão que tem a delegada Sheila Freitas, titular da Divisão Especializada em Investigação e Combate ao Crime Organizado (Deicor). A Deicor é o departamento da Polícia Civil designado para a condução de inquéritos que apuram as circunstâncias de caixas eletrônicos corrompidos e tentam encontrar os responsáveis pelo roubo do dinheiro. Levantamento realizado pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE aponta o registro de, ao menos, onze ataques durante o ano de 2012.
A estatística se intensifica durante o mês de maio e junho, onde, somados, registraram cinco casos. O mais recente ocorreu durante a madrugada de ontem no município de São José de Campestre, a cerca de 100 quilômetros da capital. Lá, terminais do Banco do Brasil foram explodidos, mas os criminosos não conseguiram fugir com o dinheiro. "Os ataques haviam cessado durante o começo desse ano, mas reiniciaram nos últimos meses", informou a delegada Sheila Freitas.
Dentre o padrão identificado pelos números levantados, percebe-se que a maioria dos ataques tem ocorrido no interior do Estado. Os bandos aproveitam a fragilidade da polícia, que em muitos municípios não contam com efetivo da Polícia Civil e com frágil estrutura da Polícia Militar, para sediar os ataques. Na região Metropolitana da capital, ocorreram três ataques - um em Parnamirim, um no bairro das Quintas e outro no Alecrim. Municípios como Montanhas, Baraúna, Mossoró, Boa Saúde, Serra Negra do Norte, São Miguel do Gostoso e Santa Maria já assistiram a episódios criminosos dessa natureza.
Apesar da intensidade, a delegada Sheila Freitas disse não enxergar essa realidade como preocupante, esclarecendo que em outros Estados do país ocorrem casos ainda com maior freqüência. "São casos de difícil solução e que estamos utilizando as ferramentas que temos à mão para resolver", disse. Ela esclareceu que a maioria dos integrantes dessas quadrilhas são de fora do Estado. Os ataques se dividem em duas modalidades: explosão ou com uso de maçarico. Para a delegada, aquela que demanda maior especialização é o arrombamento de caixa utilizando maçarico. "Isso porque tem que saber onde agir para saber abrir e isso em tempo recorde".
Durante o mês de abril desse ano, a equipe da Deicor, chefiada pelo delegado Normando Feitosa, flagrou uma quadrilha que pretendia atacar um comércio na cidade de Coronel Ezequiel, a cerca de 150 quilômetros da capital. Na ação, dois homens foram presos e um acabou morto. No veículo, além de armas e munições, um equipamento utilizado em arrombamento de caixas eletrônicos também foi encontrado.
Sheila Freitas evitou comentar o teor das investigações em andamento. Acrescentou ainda que aguarda as informações a serem repassadas pela Polícia Civil em São José de Campestre para esclarecer o caso.
Bandidos não conseguem levar dinheiro
Ousadia e planejamento criterioso. Assim pode ser definida a explosão de dois caixas eletrônicos do Banco do Brasil na agência de São José do Campestre, cidade localizada a 106 quilômetros de Natal, na região agreste do RN. O crime ocorreu na madrugada de ontem. Apesar de terem conseguido explodir os caixas, a ação dos criminosos não teve êxito, uma vez que o dinheiro não foi roubado. A explosão destruiu totalmente a agência, que fica localizada no Centro de Campestre. De acordo com informações da PM, oito criminosos teriam chegado ao local e dinamitado os caixas por volta das 2h30 da madrugada de ontem. Para fuga, usaram dois carros, que segundo testemunhas, seriam um Palio e uma caminhonete.
Chamou mais atenção o fato de que na cidade de Passa e Fica, a 18 quilômetros de Campestre, estava ocorrendo a Operação Fronteira na mesma hora da explosão. "Os marginais nem se incomodaram com isso", disse o major Genilton Tavares. A agência ficou totalmente destruída. O policiais do destacamento local chegaram à agência e encontraram o local totalmente cheio de destroços e poeira, que só baixou depois de cerca de 20 minutos. Cerca de 90 dias atrás, a mesma agência havia sido de alvo de ladrões que usaram maçaricos para arrombar os caixas. Naquela ação, os criminosos levaram uma quantia ainda não revelada em dinheiro.
Publicação: 06 de Junho de 2012 às 00:00
Fonte: Tribuna do Norte.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
CUMPRIMENTO DE MANDADO DE PRISÃO
Na última quinta-feira (31/05) a guarnição composta pelos policiais militares Sgt Wilson e o Sd Moreira, cumpriram um mandado de prisão de um foragido da Justiça tirando-o de circulação, também efetuaram a apreensão de um carro FOX de Placa do Estado da Paraíba com débitos e Impedimento Judicial que se encontrava por posse de um traficante da cidade de São Tomé.
O 5º Pelotão da cidade de São Tomé parabeniza aos Policiais que mais uma vez mostram sua determinação e empenho com o trabalho policial militar, buscando melhorar a qualidade de vida e trazer mais segurança a toda população.
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| Sgt WILSON |
| Sd MOREIRA |
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