quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Estados Unidos pedem que América Latina não use militares como polícia



No Brasil, a ligação constitucional entre polícias ostensivas e Forças Armadas é um equívoco na concepção do conceito de polícia, que acaba servindo a propósitos distintos daqueles desejados para uma nação democrática. Na prática, ultimamente, em vez das polícias militares servirem de “forças reservas e auxiliares” do Exército, são as Forças Armadas que estão figurando neste papel em relação às polícias militares – simplesmente porque nossas PM’s não possuem estrutura logística e de pessoal para exercer grandes operações como as que recentemente o Brasil vem assistindo.
O curioso é que estas grandes operações, em que são aplicadas forças militares federais para atuar, justificam-se sob o ponto de vista da “guerra às drogas” ou “guerra ao tráfico”, política criada e ainda sustentada pelos Estados Unidos da América. E agora, quem vem a público recomendar que os países latinos não utilizem estrutura bélico-militar para lidar com cidadãos…? Contradição perversa e hipócrita:
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Leon Panetta, advertiu os países do Hemisfério Ocidental nesta segunda-feira contra a dependência das Forças Armadas para desempenhar funções policiais, dizendo a uma reunião de ministros de Defesa da região que as autoridades civis devem ser fortalecidas para lidar com a aplicação da lei.
Abordando um problema enfrentado por muitos países latino-americanos que lutam contra insurgências e o tráfico de drogas, Panetta disse às autoridades que “o uso de militares para realizar a aplicação da lei civil não pode ser uma solução de longo prazo”.
Ele reconheceu que, às vezes, é difícil saber se as ameaças à paz e à estabilidade devem ser tratadas pelos policiais ou pelo Exército, um debate que dividiu os Estados Unidos durante a resposta aos ataques de 11 de Setembro.
“Como parceiros, os Estados Unidos vão fazer o que nós pudermos para aproximar as diferenças de capacidade entre as forças armadas e os policiais”, disse Panetta na 10a Conferência de Ministros da Defesa das Américas.
“Temos o compromisso de fazê-lo de uma forma respeitosa aos direitos humanos, à regra da lei e à autoridade civil”, afirmou. “Nós podemos e iremos fornecer uma ajuda, mas as autoridades civis, em última análise, devem ser capazes de arcar com esse ônus por conta própria.”
Fonte: Terra.

Um comentário:

  1. so presta assim,um pais que alguns politicos corruptos são inocentados, onde o supremo parece conivente,o menor de idade só tem direitos e não deveres,um judiciario desacreditado,policias desacreditada,juizes q com medo de bandidos da entrevistas escondendo o rosto,uma policia q esta sendo casada por bandidos, e com salarios de miseria,uma bolsa denominada d auxilio reclusão pra familiares de presos,uma população q recebe um salario minimo,daqui à alguns dias os q ganham um salario minimo estará cometendo crimes pois o salario q a familia de um preso recebe é bem maior do q o salario do trabalahdor aqui fora,so falta agora assinar a carteira de trabalho do preso,o mesmo goza um estilo de vida muito melhor como preso do q em liberdade,direito as refeições sem faltar nada,direito a usar celular dentro do presidio,usar drogas,direito a tratamento medico sem q o medico o deixe esperando,e esse preso é avaliado pra ser posto em liberdade antes da pena cumprida,desse jeito demostrando a total inverssão de valores do homem honesto pra o marginal.uma população q vende seu voto a politicos q quando chega no poder esquecem o correto e so querem desviar verbas destinada aos serviços diversos e essências,enfim ou pais bom pra quem não quer prestar,pois aqui não ha liberdade e sim libertinagem,todos os paises d primeiro mundo tem direito de da pitaco,e como se não houvesse liderança autônoma precisa q alguém c/ poder o faça

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